quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Juga-me por seguir tua rota


Me estranha sabe pra ondes vai.
Me pedi permissão para que lado fica.
Me vejo jogado em teus braços,
Arrocho, amaço, te beijo
Desejo teu sonho, pois não posso mais sonhar.
Vivo constantemente te desejando,
Necessito me controlar.

O mundo fere nossos caminhos.
E ele não o muda...
Repare, abra os olhos e veja quem sou,
Pobre garotinho urbano,
Cheio de dor, pois um dia te amou.

E me desprendi, soltei da ponte que você fez,
Um dia...
Deus me segure, não confio mais nas mãos
Que um dia seguraram-me.
Fuja coração, como sempre.
Ilusão, arrependa-se, covarde, mal.
Julgue-me por seguir tua rota.
Amarrota esse pobre mortal.   

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