Me estranha sabe pra
ondes vai.
Me pedi permissão para
que lado fica.
Me vejo jogado em teus
braços,
Arrocho, amaço, te beijo
Desejo teu sonho, pois
não posso mais sonhar.
Vivo constantemente te
desejando,
Necessito me controlar.
O mundo fere nossos
caminhos.
E ele não o muda...
Repare, abra os olhos e
veja quem sou,
Pobre garotinho urbano,
Cheio de dor, pois um
dia te amou.
E me desprendi, soltei
da ponte que você fez,
Um dia...
Deus me segure, não
confio mais nas mãos
Que um dia seguraram-me.
Fuja coração, como
sempre.
Ilusão, arrependa-se,
covarde, mal.
Julgue-me por seguir tua
rota.
Amarrota esse pobre
mortal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário